Essas tatuagens eletrônicas pintadas podem ser o futuro dos biossensores vestíveis

Crédito: Wangqing Zhang
Cientistas da Universidade Estadual da Pensilvânia desenvolveram uma nova tinta condutora que pode ser pintada diretamente na pele em designs coloridos personalizados, transformando-se em um eletrodo funcional para biomonitoramento após a secagem. Eles descreveram seu trabalho em um novo artigo publicado nos Anais da Academia Nacional de Ciências (PNAS).
Conforme relatado anteriormente, a eletrônica epidérmica fixada à pele por meio de tatuagens temporárias (e-tatuagens) existe há mais de uma década. As chamadas e-tatuagens conectam-se à pele sem adesivos, são praticamente imperceptíveis e normalmente são fixadas por meio de tatuagem temporária, permitindo medições elétricas (e outras medições, como temperatura e tensão) usando polímeros ultrafinos com elementos de circuito incorporados.
No entanto, essas tatuagens eletrônicas têm suas limitações, principalmente o fato de não funcionarem bem em superfícies curvas e/ou peludas, além de exigirem um design personalizado de colocação de eletrodos para cobrir áreas maiores, uma vez que os biosinais são distribuídos espacialmente. Portanto, os cientistas têm sido criativos. Por exemplo, em 2024os pesquisadores desenvolveram tintas condutoras especiais à base de polímeros que podem ser impressas no couro cabeludo de uma pessoa para medir as ondas cerebrais, mesmo que ela tenha cabelo. Isso poderia um dia permitir o monitoramento móvel de EEG fora de um ambiente clínico, entre outras aplicações potenciais.
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