As vendas aumentaram na Tesla, mas também os custos e gastos

A Tesla publicou esta tarde seu balanço financeiro do segundo trimestre do ano. No início de julho, soubemos que a montadora americana teve um bom trimestre em termos de vendas, crescendo 25% ano após ano. Os fãs que esperam que o aumento das vendas resulte em um Tesla bastante lucrativo podem ficar desapontados. As receitas aumentaram, mas também as despesas, e a outrora invejável margem de lucro de dois dígitos da empresa caiu para apenas 1,4%.
A Tesla arrecadou US$ 20,5 bilhões com seu negócio de veículos elétricos, um aumento de 23% ano após ano, e apenas US$ 146 milhões vieram de créditos regulatórios automotivos. Os créditos foram fundamentais para a rentabilidade da Tesla em trimestres desafiadores anteriores, mas foram abolidos nos Estados Unidos com a bênção de Musk em 2025.
Houve crescimento no seu negócio de energia e armazenamento, que cresceu 13% ano após ano, para receitas de 3,1 mil milhões de dólares, mas o maior crescimento ocorreu nos serviços da Tesla, que duplicaram, gerando 4,6 mil milhões de dólares. A mudança da Tesla de uma compra única para uma assinatura mensal de sua muito criticada assistência ao motorista parcialmente automatizada FSD – algo vinculado ao gigantesco pacote de remuneração do CEO Elon Musk – foi uma grande ajuda aqui.
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